Life of Pixel, um game-documentário sobre a história dos videogames

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“Pixel era um pequeno pixel verde que estava cansado de ser apenas mais um na multidão. Pixel queria ver mais. Pixel encontrou um ‘mundo de retrospeção’! Era a hora de descobrir sobre seu passado!”

Este é o plot inicial de Life of Pixel, um documentário metalinguístico sobre a história do videogame. Através de 72 fases, o game acompanha Pixel, um pixel verde inconformado com sua realidade que decide partir em uma busca de autoconhecimento. Esta jornada de introspecção para Pixel é para o jogador uma verdadeira aula sobre os primeiros consoles da indústria dos jogos eletrônicos: Atari 2600, Sinclair ZX81, Commodore 64, NES, Sega Master System, entre outros.

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Andy Kelly faz curadoria artística de banheiros representados em videogames

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Por promover uma experiência transcendental e interativa com o usuário, videogames já são considerados um tipo de expressão artística há algum tempo. Trata-se de um nicho relativamente inexplorado considerando sua relevância para a popart e os anseios filosóficos de algumas gerações. Num processo de curadoria de jogos, surge o tumblr Video Game Toilets que, não fosse maravilhoso, seria apenas bizarro.

Concebido por Andy Kelly, um escritor de resenhas sobre jogos para publicações respeitadas, como EdgeThe GuardianPC Gamer e Total Film, o projeto compila representações de banheiros em videogames no decorrer dos tempos. É interessante pensar como as relações virtuais com um ambiente tão cotidiano diferem imensamente da experiência real com o mesmo. Não?

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O Tetris da vida real nas instalações do sueco Michael Johansson

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Tetris é um jogo eletrônico russo que permanece relevante mesmo quase 30 anos após sua criação em 1984, são jogadores novos ou antigos, esporádicos ou diários, viciados ou independentes. Pois esses blocos virtuais geométricos coloridos fizeram a cabeça do artista sueco Michael Johansson para produzir as instalações do seu projeto “Real Life Tetris”.  Michael encaixa máquinas de lavar roupa, mesas de pingue-pongue, gavetas, caixas, estantes, pias, malas, teclados, computadores, televisões, carros, e o que mais você conseguir distinguir, apenas para criar essas massas compactas que nos obrigam a pensar com os olhos. Essa miscelânea de coisas reduzida a espaços tão pequenos nos faz perceber quão efêmeros são os objetos, então por que eles ocupam um espaço tão grande em nossas vidas?

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