A inacreditável arte de rua com ilusão de ótica de Felice Varini

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A arte de rua do renomado artista suíço Felice Varini não foi feita para pessoas céticas, é preciso ter fé para aceitar um trabalho assim: inacreditavelmente bem-feito. Isso porque quem vê suas paredes através de fotografias jura-de-pé-junto que trata-se de photoshop o que são, na verdade, ilusões de ótica anamórficas imensas.

Desde o fim da década de 70, Felici desenvolve essas composições geométricas urbanas com intuito de redefinir espaços tridimensionais a ponto de nos fazer questionar nossa própria visão. Formas simples como círculos, quadrados e triângulos se juntam através de cores vibrantes para distorcer nossa percepção de realidade. Que delícia.

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Street Art em um navio fantasma no Reino Unido

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“Duque de Lancaster” foi um elegante cruzeiro de luxo ao redor de ilhas britânicas até o fim da década de 70, quando foi abandonado na praia de Llanerch-y-Mor, em North Wales, no Reino Unido. Foi nessa estrutura apodrecida, abandonada e enferrujada que o pessoal do projeto coletivo DuDug enxergou a plataforma ideal para seu grafite. Através do trabalho de diversos artistas, como Lora Zombie, Fat Heat, Fin DAC entre outros, o então navio fantasma foi transformado nessa incrível galeria de arte ao ar livre.

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As referências ao design na arte de rua de Sergio Gómez

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Olhar para a arte de rua de Sergio Gómez é repensar o trabalho de caras importantes para a história do design e da arte. Como o pintor modernista holandês Piet Mondrian, e a sua distribuição assimétrica de cores primárias que ignora a profundidade para contestar paradigmas artísticos. Ou o visionário professor da Bauhaus Wassily Kandinsky,  introdutor do abstracionismo nas artes visuais. Diferentemente dos grafites densos que estamos acostumados, Gómez aposta em simplicidade para criar suas paredes. Seu trabalho é subversivo ao reconhecer as convenções da arte de rua, mas maliciosamente não cede as expectativas do observador. Outros trabalhos dele em seu portfólio online.

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Hiperrealismo e Grafite nas meninas de Kevin Peterson

“Graffiti Girls” é uma deslumbrante série de retratos ilustrados pelo americano Kevin Peterson. O artista demonstra excelente domínio do traço hiperrealista, assim como o grafite, criando um desenho original em que justapõe a delicadeza de suas meninas a aspereza do grafite. Polarizando sujeito e fundo suas garotas ganham força, ao invés de se apagarem: elas podem até viver em um mundo pesado em termos de informação, mas também não demonstram medo em relação a isso. Esses retratos alimentam o argumento de que o grafite se tornou um recorrente ao imaginário de pessoas que vivem em grandes cidades, com isso novas gerações, que cresceram rodeadas pela arte de rua, não se sentem mais ameaçadas por ela, e sim abraçadas.

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O interior da Noruega no vídeo do artista de rua Conor Harrington

Komafest é um festival de arte de rua numa pequena e pacata cidade do interior da Noruega. Um dos artistas que esteve por lá foi o notável Conor Harrington que,  na companhia de seu brother Andrew Telling, fez esse maravilhoso vídeo nomeado “Old Norse” (Antiga Noruega, em tradução livre), uma narrativa poética da participação dele no festival. Play.

O melhor do “Guerrilha Crochet” ao redor do mundo

Se tem uma coisa que é bacana sobre a Arte de Rua é o fator “vale-tudo”. Vale tudo para fazer o pedestre imerso em seu cotidiano parar pra pensar em assuntos muito maiores do que o que vai ter hoje pra jantar, consciente ou inconscientemente! Guerrilha Crochet não é nada novo, tem rolado em diferentes lugares do mundo já há mais de ano, sempre aparecendo coisa nova por aí…
Não é delicioso pensar que com uma coisa tão inesperada quanto o crochê artistas tem tentado fazer a sua parte para colaborar num mundo menos careta/ignorante?

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