Colagem, fotografia e ilustração na arte de Fabienne Rivory

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A artista Fabienne Rivory cria essas ilustrações/fotografias/colagens contendo cenas distintas que, quando recombinadas, soam como reflexos umas das outras. A aquarela colorida, inserida digitalmente, em contraste com o preto e branco das paisagens, surge para evocar sentimentos de nostalgia no observador. Afinal, apesar de desorientadas, há um aspecto familiar em cada figura, como uma memória de infância, distante mas viva.

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As ruas da Suécia fotografadas em preto e branco por Nils-Erik Larson

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Está fazendo um bom trabalho o fotógrafo sueco Nils-Erik Larson, ele tem se especializado em fotografia de rua e está desenvolvendo interessantes capturas em preto e branco que contrastam luz e sombra muito inteligentemente. Larson carrega consigo a habilidade de estar no lugar certo e na hora certa,  algo que para os mais ingênuos pode soar como sorte, mas que bons observadores sabem se tratar de um talento legítimo e intransferível.

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As colagens surrealistas tridimensionais de J Swofford

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O processo criativo do americano J Swafford começa com o recorte manual de imagens em revistas, livros de história e acervo pessoal. Em seguida ele combina esses recortes   em colagens surrealistas e fotografa-as como objetos tridimensionais. O efeito de profundidade alcançado garante a nova imagem uma espécie de ambiente próprio, pessoal e intransferível. Algumas vezes macabro, mas também (por que não?) divertidos. A série a seguir se chama “The Riddle of the Echo” (O Enigma do Eco, em tradução free), da qual você poderá ver mais no portfolio online dele.

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O belo acervo fotográfico de tribos indígenas brasileiras por Rosa Gauditano

Rosa Gauditano

Rosa Gauditano

A  experiente fotojornalista paulistana Rosa Gauditano desde 1991 tem sido aclamada internacionalmente pelo seu excelente trabalho fotografando povos indígenas brasileiros. Viajado por mais de 34 povos diferentes em todo o brasil, seu acervo está diretamente vinculado a sua preocupação pessoal em divulgar tradições culturais indígenas, frequentemente negligenciadas. São verdadeiros registros descritivos focalizados no cotidiano – afazeres domésticos, artesanato, caça, brincadeiras infantis, rituais, etc. – que volta e meia flagram o envolvimento das tribos com a cultura branca: mulheres índias usando sutiãs, tampas de refrigerante incorporadas a vestimentas, roupas e objetos industrializados entre outros. Abaixo um apanhado geral do seu trabalho em preto e branco através de diversas aldeias brasileiras.

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