Ilustrações minimalistas para livros de John Le Carré

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Tendo como cliente a editora inglesa Penguin Books, o designer gráfico e ilustrador Matt Taylor foi incumbido de criar capas para livros de John Le Carré, pseudónimo de David John Moore Cornwell. David é responsável por grandes títulos da literatura que eventualmente ganharam bons filmes na tela grande: Tinker Tailor Soldier Spy, O Jardineiro Fiel, O Alfaiate do Panamá e  A Casa da Rússia, por exemplo. Sem perdas, o traço de Matt não decepciona, belas e intensas interpretações minimalistas da obra do escritor.

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Charles Bukowski ilustrado pelo italiano Emiliano Ponzi

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Mesmo quem nunca abriu um livro do Charles Bukowski tem o direito de saber que o escritor é conhecido por tratar de bêbados evasivos, sexo decadente e relacionamentos baratos dentro de sua literatura estridente e peculiar. Foi por semelhante criatividade e auto-confiança que o artista italiano Emiliano Ponzi recebeu há algumas semanas uma medalha de ouro da Society of Illustrators em Nova York. Ele desenvolveu essa série geniosa de capas para traduções italianas de livros do ‘velho safado’. Seu trabalho comunica perfeitamente a atmosfera depravada do autor através de um traço minimalista e perspectivas inteligentes.

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A era de ouro da DC Comics

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É para nos proteger das forças do mal que a editora Taschen publicou recentemente o “The Golden Age of DC Comics”, editado por Paul Levitz, ex-presidente da DC. O livro discorre sobre a influência dos quadrinhos da DC no decorrer da história dos Estados Unidos: desde sua popularidade durante  a Grande Depressão, quando as pessoas encontraram nos heróis a fuga da realidade que necessitavam, até sua queda na década de 50, quando gibis começam a ser marginalizados e viram “coisa de nerd”. Mais que fantasias, poderes, acessórios, o universo dos quadrinhos podem revelar os medos e anseios de uma geração, influenciando as artes e a cultura pop até hoje.

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